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Por Rafael Marani, superintendente de Agronegócios da Allianz Seguros

Dados favoráveis não faltam para descrever o atual contexto do seguro Rural no país, em especial, pelo fato de estar atrelado a um setor sólido e eficiente: o agronegócio, que, na contramão das demais áreas da economia brasileira, registrou crescimento recorde de 24,3% em 2020, segundo a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) e do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

Para manter esse setor financeiramente estável e longe dos riscos inerentes ao negócio, o seguro Rural vem despontando como uma ferramenta indispensável no campo. Tanto que, como reflexo de sua importância, dados da Superintendência de Seguros Privados (Susep) mostraram um crescimento nesse ramo em torno de 40%, em 2020.

Outro dado positivo, que também ampara esse volume, é o aumento dos recursos para subvenção ao prêmio do seguro Rural pelo Governo Federal. As informações do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) apontam que a aplicação do subsídio para 2021/2022 será de R$ 1 bilhão. Com esse montante, segundo a pasta, será possível contratar aproximadamente 158.500 apólices, proteger 10,7 milhões de hectares e um valor total segurado de R$ 55,4 bilhões. 

Os fatores e dados recordes são animadores para o segmento e reforça o volume de oportunidades que o mercado oferece, propagando cada vez mais a cultura do seguro Rural. A maior oferta de subvenção federal, o contínuo desenvolvimento dos canais de distribuição, o investimento de seguradoras em novas tecnologias e serviços, a maior percepção de risco climático por parte dos produtores e a elevação dos custos de produção/valor da saca favorecem a contratação do seguro como ferramenta de mitigação de risco.

Ainda é importante ressaltar que, mesmo diante de bons números, a área potencial de aplicação do seguro Rural é ampla e ainda há muito espaço para se conquistar. No Paraná, a área segurada, em 2020, aumentou mais de 70%, em relação ao ano anterior. Segundo dados do Atlas do Seguro Rural, do Mapa, o estado tinha 2,07 milhões de hectares protegidos dentro do Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR), em 2019, e passou para 3,55 milhões de hectares, em 2020, encerrando o período como líder em aquisição de soluções para os riscos. Porém, olhando, sobretudo os números da soja, o principal produto do agronegócio paranaense, é perceptível que é possível estender a proteção securitária no estado: o cultivo do grão ocupa quase 30% do território do Paraná, com 5,6 milhões de hectares plantados na safra 2020/2021, segundo dados do Governo do Estado.     

É fundamental que o seguro Rural seja, cada vez mais, entendido pelo produtor como um insumo, um investimento e uma ferramenta essencial para que possa se garantir no mercado, por meio da proteção de sua propriedade, lavoura e seus equipamentos. Por isso, é importante ressaltar que, dentro do seguro Rural, há várias possibilidades de contratação que vão além do Cultivo, como seguros de Propriedades, que agrega casas, depósitos e granjas; Equipamentos Rurais, tais como tratores e colheitadeiras; além dos seguros de Vida e de Acidentes Pessoais dos Trabalhadores Rurais.

Portanto, quando o produtor adquire um seguro Rural, ele é imerso em um ecossistema de proteção, fazendo com que se mantenha ativo na cadeia produtiva do agronegócio.  Cadeia essa que é imensa e oferece oportunidades, ferramentas e situações favoráveis para alavancar ainda mais o segmento de seguro e contribuir para um ciclo virtuoso na economia brasileira. 

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