● Seca: a falta de chuvas ou precipitação abaixo da média durante o ciclo produtivo pode prejudicar o crescimento das culturas e comprometer o rendimento da colheita.
● Excesso de chuva: quando o volume de água ultrapassa a capacidade de absorção do solo, há risco de encharcamento, proliferação de doenças fúngicas e até perda de sementes e mudas.
● Inundação: diferente da chuva intensa, a inundação pode alagar áreas extensas por mais tempo, afetando a estrutura do solo e matando as plantas por asfixia radicular.
● Incêndio acidental: comum em períodos de seca, os incêndios podem ser provocados por falhas elétricas, queimas descontroladas ou outros acidentes, gerando perdas expressivas na lavoura e em estruturas.
● Raios e explosões: fenômenos naturais que podem causar incêndios ou danificar equipamentos agrícolas e instalações, exigindo cobertura específica.
● Ventos fortes: rajadas acima do normal podem derrubar plantas, quebrar galhos ou mesmo destelhar galpões e armazéns.
● Roubo e furto: protegendo maquinário, ferramentas e colheitas armazenadas, essa cobertura é essencial para regiões com alto índice de criminalidade rural.
● Danos elétricos: causados por sobrecargas, curto-circuito ou quedas de energia, podem afetar equipamentos como ordenhadeiras, sistemas de irrigação e climatização.
● Responsabilidade civil: garante indenizações por danos a terceiros causados por atividades rurais, como aplicação de defensivos que atinjam lavouras vizinhas.
● Acidentes pessoais do operador de máquinas: cobertura voltada à integridade física de quem opera tratores e implementos agrícolas, com indenização em caso de morte ou invalidez decorrente de acidentes.