Miniatura de casa e caderno, papeis e notebook e uma pessoa sentada ao fundo



Vendaval: quais danos o seguro residencial pode cobrir na sua casa

Em determinados períodos do ano, chuvas intensas acompanhadas de ventos fortes costumam acontecer em diversas regiões no Brasil. Esses eventos podem causar grandes prejuízos a residências, desde destelhamentos até danos em móveis e eletrodomésticos.

Nesses momentos, o seguro residencial oferece mais segurança para o imóvel e para os bens da casa. Ao contar com essa proteção, o morador ganha mais tranquilidade para superar o problema.

Ao longo deste artigo, vamos explicar quais danos podem ser amparados por essa cobertura. Continue a leitura para saber mais!

No contexto do seguro residencial, o vendaval é caracterizado pela ocorrência de ventos com velocidade igual ou superior a 54 km/h. Esse dado é o que diferencia um evento climático comum de um fenômeno com potencial para causar danos relevantes ao imóvel e aos bens segurados.

É importante saber que nem todo vento forte é automaticamente enquadrado como vendaval para fins de seguro. A caracterização depende das condições previstas na apólice e da comprovação de que os danos foram causados diretamente pela força do vento dentro dos parâmetros definidos.

A força dos ventos em um vendaval pode comprometer diferentes partes da estrutura de uma casa ou apartamento. Telhados, janelas, portas e fachadas estão entre os elementos mais expostos, especialmente quando o imóvel não conta com a manutenção adequada.

Além dos danos estruturais, o vendaval pode provocar a queda de objetos, árvores ou partes de construções vizinhas, atingindo áreas internas da residência e causando prejuízos ao conteúdo, como móveis, eletrodomésticos e outros bens domésticos.

Sim, o seguro residencial pode cobrir danos causados por vendaval, desde que a cobertura específica de Vendaval, Furacão, Ciclone, Tornado e Granizo esteja contratada na apólice.

Essa é uma cobertura opcional, o que significa que ela não está automaticamente incluída em todos os planos. Por isso, é essencial que o segurado verifique as coberturas contratadas para entender exatamente quais riscos estão amparados.

Mulher assinando um papel em mesa com duas pessoas

Entre os exemplos de danos que podem estar cobertos, estão:

●       Destelhamento parcial ou total do imóvel: quando a força do vento remove ou desloca telhas, deixando a residência exposta e comprometendo a proteção da estrutura;

●       Danos à estrutura do telhado causados pela força do vento: prejuízos em vigas, caibros ou demais partes do telhado provocados diretamente pela ação do vendaval;

●       Quebra ou deslocamento de elementos fixos do imóvel: danos a partes que fazem parte da construção, como calhas, rufos, antenas ou estruturas fixadas, arrancadas ou deslocadas pelo vento;

●       Danos estruturais diretamente relacionados ao vendaval: comprometimento de paredes, fachadas ou outras partes da estrutura do imóvel causado exclusivamente pela intensidade do vento.

É importante destacar que a indenização está condicionada à comprovação de que o dano foi causado diretamente pelo vendaval, conforme definido nas condições do seguro.

Sim, o seguro residencial também pode cobrir danos ao conteúdo da residência, desde que esses bens estejam segurados na apólice e que os prejuízos tenham sido causados diretamente pelo vendaval. O conteúdo pode incluir, por exemplo:

●       Móveis;

●       Eletrodomésticos;

●       Equipamentos eletrônicos;

●       Utensílios domésticos.

Se esses itens forem danificados em decorrência direta do vendaval, como pela queda de partes do telhado ou objetos levados pelo vento, a indenização poderá ser paga conforme as condições contratadas.

De forma geral, a simples entrada de água da chuva não é considerada dano coberto pela cobertura de vendaval. O seguro residencial não cobre prejuízos causados por:

●       Entrada de água da chuva por portas, janelas, frestas ou aberturas naturais do imóvel;

●       Água da chuva decorrente de calhas entupidas;

●       Vazamentos hidráulicos;

●       Falta de manutenção da residência.

A cobertura de vendaval está relacionada à ação direta do vento, e não aos efeitos indiretos da chuva.

Não. Vendaval, alagamento, enchente e inundação são eventos distintos para fins de seguro.

Mesmo que um vendaval seja acompanhado de chuvas intensas, os danos causados por alagamento, enchente ou inundação não estão cobertos pela garantia de vendaval. Para esses eventos, é necessária a contratação de uma cobertura específica de alagamento.

Não. Vendaval, alagamento, enchente e inundação são eventos distintos para fins de seguro.

Mesmo que um vendaval seja acompanhado de chuvas intensas, os danos causados por alagamento, enchente ou inundação não estão cobertos pela garantia de vendaval. Para esses eventos, é necessária a contratação de uma cobertura específica de alagamento.

Janela com gotas de chuva

Além dos casos já mencionados, o seguro residencial não cobre diversos tipos de danos relacionados ao desgaste natural ou a situações que não configuram ação direta do vendaval. Entre os principais exemplos de exclusões, estão:

●       Desgaste natural do imóvel;

●       Infiltrações, umidade e mofo;

●       Ferrugem, corrosão ou deterioração gradual;

●       Arranhões ou danos meramente estéticos;

●       Danos causados por falta de conservação ou manutenção;

●       Danos a veículos;

●       Bens deixados ao ar livre, salvo exceções previstas na apólice;

Toldos, lonas e estruturas sem alicerce.

Assim como em outras coberturas do seguro residencial, a cobertura de vendaval pode contar com franquia, que é a participação obrigatória do segurado em caso de sinistro.

Isso significa que a seguradora indeniza apenas os prejuízos que excedam o valor da franquia estabelecida na apólice. O valor ou percentual da franquia deve ser consultado nas condições contratadas.

Após a ocorrência de um vendaval, algumas atitudes são importantes:

●       Priorizar a segurança das pessoas: antes de qualquer ação, garanta que todos estejam em local seguro, longe de riscos como fios elétricos soltos, estruturas instáveis ou quedas de objetos;

●       Evitar entrar em áreas com risco estrutural: não acesse cômodos, telhados ou áreas externas que possam ter sofrido danos graves, pois há risco de desabamento ou acidentes;

●       Registrar os danos causados: sempre que possível, faça registros dos prejuízos, como fotos e vídeos, para documentar o ocorrido e facilitar a análise do sinistro;

●       Comunicar o sinistro à seguradora: informe a seguradora assim que possível para receber orientações e dar início ao processo de atendimento;

●       Seguir as orientações previstas na apólice: respeitar os procedimentos e prazos definidos no contrato ajuda a garantir um atendimento mais ágil e adequado.

Escolher um bom seguro residencial vai muito além de proteger a estrutura da casa: é uma forma de cuidar das pessoas e das memórias que vivem ali.

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