Durante muito tempo, a forma mais comum para lidar com pragas e doenças foi usando produtos químicos. No entanto, essa prática excessiva traz diversos prejuízos, como:
● Contaminação do solo e da água;
● Desequilíbrio ecológico, afetando organismos benéficos;
● Resistência de pragas, tornando os produtos menos eficazes;
● Riscos à saúde de trabalhadores e consumidores;
● Restrições de mercado devido à presença de resíduos nos alimentos.
Por isso, o controle fitossanitário sustentável passou a ser utilizado, trazendo vantagens que envolvem aspectos:
● Ambientais: preservação da biodiversidade, qualidade da água e do solo.
● Econômicos: redução de custos com insumos e aumento da eficiência produtiva.
● Sociais: valorização do trabalho no campo e aceitação dos produtos em mercados mais exigentes.
● Climáticos: tornam a lavoura mais resistente às mudanças do clima, como secas ou excesso de chuvas.
● Alimentares: o produtor colabora com a segurança alimentar, oferecendo alimentos mais seguros e disponíveis no longo prazo.