campo de arrozal

 

Controle fitossanitário sustentável: proteja sua lavoura com menor impacto ambiental

Na rotina do campo, o produtor rural enfrenta diversas ameaças à produtividade, como pragas, doenças e plantas daninhas, que podem prejudicar o desenvolvimento das culturas.

Nesse cenário, o controle fitossanitário pode ser um ótimo aliado reduzindo esses riscos, ao mesmo tempo em que contribui com o meio ambiente, ao reduzir o uso excessivo de produtos químicos.

Quer saber mais como essa prática funciona? Então, continue a leitura para conferir todos os detalhes!

O controle fitossanitário reúne cuidados que mantêm a lavoura saudável e produtiva. Ele ajuda a prevenir e combater pragas, doenças e plantas daninhas, protegendo a produção e fortalecendo o crescimento das plantas com medidas preventivas e ações pontuais.

Existem diferentes formas de aplicar esse controle, cada uma com suas particularidades:

Consiste no uso de produtos químicos, como fungicidas, herbicidas e inseticidas. É eficaz quando bem aplicado, mas exige cuidado para evitar impactos ambientais e resistência dos organismos-alvo.

Envolve boas práticas no manejo da lavoura que dificultam o surgimento ou a permanência das pragas. Exemplos incluem a rotação de culturas, o plantio em épocas adequadas, espaçamento correto entre plantas e a retirada de restos de plantas doentes.

Trator pulverizando pesticidas em um campo de vegetais

Uso de equipamentos ou ferramentas (como capinadeiras, roçadeiras ou armadilhas) para remover fisicamente as pragas ou as plantas invasoras. Pode ser manual ou com máquinas, e é muito útil em pequenas áreas ou em situações específicas.

Aplica técnicas que interferem nas condições do ambiente para dificultar o desenvolvimento das pragas, como o uso de barreiras, armadilhas luminosas, ou variação de temperatura (calor ou frio).

Durante muito tempo, a forma mais comum para lidar com pragas e doenças foi usando produtos químicos. No entanto, essa prática excessiva traz diversos prejuízos, como:

●       Contaminação do solo e da água;

●       Desequilíbrio ecológico, afetando organismos benéficos;

●       Resistência de pragas, tornando os produtos menos eficazes;

●       Riscos à saúde de trabalhadores e consumidores;

●       Restrições de mercado devido à presença de resíduos nos alimentos.

Por isso, o controle fitossanitário sustentável passou a ser utilizado, trazendo vantagens que envolvem aspectos:

●       Ambientais: preservação da biodiversidade, qualidade da água e do solo.

●       Econômicos: redução de custos com insumos e aumento da eficiência produtiva.

●       Sociais: valorização do trabalho no campo e aceitação dos produtos em mercados mais exigentes.

●       Climáticos: tornam a lavoura mais resistente às mudanças do clima, como secas ou excesso de chuvas.

●       Alimentares: o produtor colabora com a segurança alimentar, oferecendo alimentos mais seguros e disponíveis no longo prazo.

A sustentabilidade no controle fitossanitário não significa renunciar à produtividade, mas sim usar as ferramentas certas de forma consciente e planejada. Confira algumas das estratégias mais recomendadas:

O MIP combina diferentes formas de controle para manter as pragas sob controle, evitando prejuízos e reduzindo a necessidade de produtos químicos. Ele se baseia em:

●       Monitoramento constante da lavoura;

●       Identificação correta dos agentes causadores;

●       Tomada de decisão com base  nas análises realizadas por agrônomo;

●       Escolha criteriosa dos métodos de controle.

Nem sempre dá para evitar os produtos químicos, mas é importante usá-los com consciência. Para isso:

●       Escolha produtos com menor toxicidade;

●       Siga as recomendações técnicas de dosagem e aplicação;

●       Respeite o período de carência;

●       Utilize equipamentos de proteção individual (EPI).

●       Dê preferência a produtos biológicos registrados.

O sucesso do controle sustentável depende do conhecimento técnico. Assim, é importante:

●       Participar de treinamentos e dias de campo;

●       Consultar agrônomos ou técnicos especializados;

●       Investir em ferramentas de monitoramento e diagnóstico.

Mesmo com todos os benefícios, ainda existem obstáculos a serem superados para que o controle fitossanitário sustentável seja adotado nas propriedades rurais brasileiras, como:

●       Falta de informação e capacitação técnica;

●       Custo inicial de algumas tecnologias biológicas;

●       Utilização de defensivos de forma excessiva;

●       Resistência por parte de alguns produtores;

●       Baixa oferta de produtos ecológicos em certas regiões.

Mas, existem algumas alternativas para superar esses desafios. Entre elas:

●       Investir em assistência técnica rural: programas de extensão rural ajudam a levar conhecimento atualizado ao campo.

●       Apoiar a pesquisa e inovação: universidades e centros de pesquisa desenvolvem soluções mais acessíveis e eficazes.

●       Oferecer incentivos governamentais e privados: subsídios e linhas de crédito podem acelerar a adoção de boas práticas.

●       Promover o cooperativismo e associações: produtores reunidos conseguem melhores condições para adquirir insumos e compartilhar conhecimento.

Tratos fertilizando o campo

A Allianz oferece soluções em seguros agrícolas e de cultivo para proteger sua lavoura contra os principais riscos climáticos. Com opções flexíveis e suporte especializado, o produtor pode contar com mais tranquilidade para enfrentar os desafios do campo.

Conheça os principais benefícios:

●       Cobertura inteligente e sob medida: protege contra perdas por seca, geada, granizo, chuvas excessivas e outros fenômenos naturais que impactam diretamente na produtividade.

●       Compensação justa e ágil: garante indenização quando houver diferença entre a produção segurada e a produção colhida, causada por eventos cobertos.

●       Atendimento especializado: equipe técnica qualificada e disponível para apoiar desde a contratação até a finalização do processo.

●       Condições especiais para grupos e cooperativas: acesso a facilidades exclusivas para produtores organizados em grupos ou cooperativas.


⚠️ Importante: o Seguro Allianz Cultivo não cobre perdas causadas por pragas, doenças ou plantas daninhas. O manejo fitossanitário é de responsabilidade exclusiva do produtor rural e deve ser realizado com práticas adequadas de controle e prevenção. As coberturas oferecidas são voltadas exclusivamente para eventos climáticos adversos e imprevisíveis.

Quer proteger sua produção com mais tranquilidade? Fale agora com um corretor e conheça as soluções da Allianz para sua lavoura.

Processo SUSEP nº15414.004733/2004-61, 15414.901108/2017-83, 15414.004732/2004-16 e 15414.003851/2007-02. O registro do produto é automático e não representa aprovação ou recomendação por parte da Susep.